24/08/11

Aditivos (para que servem?)

Os emulsionantes são utilizados para manter uma dispersão uniforme de um líquido noutro, tal como o óleo e a água. Estas substâncias são usadas em emulsões para facilitar a dispersão de aromatizantes, prevenir a formação de cristais de gelo em produtos congelados e melhorar o volume e uniformidade de produtos assados.

Os estabilizantes e espessantes têm como principal função aumentar a viscosidade do produto final, bem como estabilizar emulsões. (apesar dos emulsionantes não provocarem o cancro, facilitam a entrada das substâncias cancerígenas no interior das células). Óleo e água misturam-se para fazer molhos (maionese) fornecendo textura macia e mole. A mais usada é a lectina.

Os conservantes evitam a acção do tempo nos alimentos e preservam a sua integridade, i.e., aumentam a durabilidade dos alimentos, protegendo-os contra microrganismos como fungos, bolores e leveduras, permitindo o transporte entre longas distâncias e armazenamento dos alimentos (não são o peixe e a carne fresca que têm conservantes, mas as suas embalagens).

Os antioxidantes são compostos que previnem a deterioração dos alimentos por mecanismos oxidativos, aumentando assim o tempo médio de vida (sopas secas, queijo barrar, salsichas).

Os aromas ou intensificadores de sabor, repõem aromas que se perdem no processamento ou apenas atribuem sabor. O sal é um bom intensificador de sabor, quando em doses normais, potencia o sabor natural dos ingredientes mais intenso.

Os corantes podem ser naturais. A grande maioria é derivada de extractos de plantas, apresentando algumas desvantagens: instabilidade quando expostos à luz e ao calor, insolubilidade em água, a presença de aromas ou odores indesejados.

18/08/11

Amêndoa

A amêndoa é o fruto da amendoeira. Moidas, em lascas, sem pele, torradas... as amêndoas são usadas como ingrediente nobre em qualquer menu, seja doce ou salgado.


Este fruto caracteriza-se pelo alto teor de gordura monoinsaturada que ajuda a diminuir os níveis de colesterol. É rica em vitamina E, um antioxidante.


Deve consumir com moderação (2 a 4 amêndoas por dia) devido ao seu alto valor energético.

Os alimentos também falam?


17/08/11

Aditivos Alimentares

Define-se como aditivo alimentar toda a substância, que tendo ou não valor nutritivo, não é naturalmente um género alimentício ou ingrediente característico dele, ou seja, qualquer substância propositadamente adicionada a um alimento com o objectivo de alterar as características deste. Esta definição abrange qualquer composto usado na produção, processo embalagem, transporte ou tempo de prateleira do alimento.

Para que servem os aditivos alimentares? A adição intencional destas substâncias destina-se sempre a alterar características de um determinado alimento. As principais funções dos aditivos nos alimentos são: Assegurar a segurança e salubridade ; Fazer uma conservação com qualidade ; Aumentar a disponibilidade dos alimentos fora da época ; Melhorar ou manter o valor nutricional ; Potenciar a aceitação do consumidor ; Facilitar a preparação dos alimentos.

Na União Europeia a utilização de aditivos alimentares na produção dos alimentos, está dependente de rigorosa avaliação, sem a qual os aditivos não são autorizados para uso alimentar. (clique no título do post para ver mais sobre este assunto)

Lactancia Materna







«NUTRIVIDEO es un concurso cuya finalidad es promover en los jóvenes hábitos que promuevan una alimentación sana.»


http://www.unav.es/evento/nutrivideo/


16/08/11

Teor em gordura de lácteos



LEITE MAGRO (max.0.3%) MEIO-GORDO (1.5 - 2%) GORDO (min. 3%)


NATAS MAGRO (max.18%) MEIO-GORDO (20 - 45%) GORDO (min. 45%)


IOGURTE MAGRO (max.0.3%) MEIO-GORDO (1 - 3%) GORDO (min. 3.5%)


QUEIJO MAGRO (até 10%) POUCO – GORDO (10 a 25%) MEIO - GORDO (25 a 45%) GORDO (45 a 60%) MUITO GORDO (60%)


Pirâmide Alimentar para Idosos

Pirâmide Alimentar para Idosos (2002)

15/08/11

Equivalentes - Hidratos de Carbono


Café e Cafeína

Muitas culturas concederam uma importância especial aos alimentos e bebidas que contêm cafeína. A cafeína é dos ingredientes alimentares mais bem estudados; no entanto, a investigação científica ainda não esgotou todas as questões que deveríamos conhecer.


A cafeína é uma xantina alcalóide, encontrada em várias plantas como nos grãos de café e cacau, folhas do chá, frutos do guaraná e noz de cola, e é adicionada a refrigerantes e diversos medicamentos. Actua também como um pesticida natural, protegendo as plantas dos insectos que se alimentam destas.



O teor médio de cafeína por 150 ml (uma taça) de café tostado moído é cerca de 85 mg, de café instantâneo é 60 mg, café descafeínado é 3 mg, o chá em folhas ou saco apresenta 30 mg, o chá instantâneo 20 mg e o cacau ou chocolate quente é 4 mg. Um copo (200 ml) de refrigerante com cafeína tem entre 20 a 60 mg desta.

Na Europa, a população adulta consome em média 200 mg por dia de cafeína (entre 100 a 400 mg), principalmente através do café e chá, mas também dos refrigerantes, incluindo as bebidas energéticas.
De acordo com a Directiva Europeia 2002/67/CE, a presença de cafeína deve constar de forma visível nos rótulos das bebidas com teor de cafeína superior a 150 mg/l. Esta norma aplica-se em alguns refrigerantes e bebidas energéticas que contenham cafeína, não incluindo o chá, café e seus derivados, uma vez que o consumidor deve saber que estes se tratam das principais fontes de cafeína e o seu teor varia de acordo com a técnica de preparação (tempo de infusão maior ou extracção). Os estados membros dispõem de uma legislação nacional para cumprir esta directiva.


Café e Saúde - A maioria dos estudos que relata a relação da saúde com a cafeína são baseados no café. Isto torna difícil de distinguir os efeitos da cafeína no café e numa bebida em geral. O consumo moderado de cafeína por dia, até 300 mg, ou seja o equivalente a 3 chávenas de café, geralmente não representa um risco para a saúde, desde que se disponha de alguns hábitos de vida saudáveis (dieta, consumo de álcool, tabaco e exercício).



Fonte: http://www.eufic.org/article/pt/nutricao/alimentos-funcionais/artid/Cafeina-saude/


11/08/11

Salame de chocolate

De acordo com a Sociedade Portuguesa de Gastroenterologia, cerca de um terço da população Portuguesa sofre de intolerância à lactose.
Dependendo do tipo de intolerância, o individuo poderá comer/beber alimentos à base de leite, mas caso de alérgicos à lactose a situação é outra.

Qual é o bolo de aniversário que não leva leite ou natas ou manteiga ou iogurte?
O salame de chocolate é uma ideia fácil de concretizar... sem lactose!

SALAME DE CHOCOLATE

400g de bolacha tipo "Maria"
180g de azeite
180g de açúcar
200g de achocolatado em pó
2 ovos

*em qualquer um dos ingredientes é indispensável a leitura cuidada dos rótulos

Partir as bolachas em pedaços bem miúdos, incluindo alguns bem moídos. Reservar. Numa caçarola levar ao lume a margarina e o açúcar. Assim que levantar fervura desligar e mexer para dissolver o açúcar. Juntar o chocolate e mexer bem. Juntar os ovos batidos e mexer rapidamente, para não cozerem. Numa tigela grande colocar as bolachas e verter o creme de chocolate. Envolver muito bem. Sobre papel alumínio moldar o salame e levar ao frigorífico ate servir.